terça-feira, 23 de novembro de 2010

Fila de espera(nça).

Descarto a vingança,
e, apesar de muito ter sofrido,
carrego comigo a esperança,
à frente de um coração doído.

Espero que, em breve
tudo viva novamente,
como se deve,
como um presente.

Espero que tudo mude,
e, paradoxalmente, volte a ser como era,
sem esse mundo que ilude,
e nunca prospera.

Espero, espero, espero,
não sou mais criança,
e, mesmo sem tal inocência,
ainda quero e sinto uma certa esperança.

Pro Bloínques.

4 comentários:

Amanda Soledade disse...

Obrigada pelo comentário, seu layout é liiiiiiiiiiindo (Queria eu ter paciência pra esse tipo de coisa.)
E os textos ótimos! Beijo.

Parole disse...

Olá,

Muito bonito o teu poema, parabéns!

P.s. Sorri ao ler o teu perfil porque me identifiquei com ele :)
O meu nome é Mara, 32 primaveras, várias sardas, uma irmã, uma mãe, um pai, alguns vícios, muitas manias e um montão de histórias para escrever.

Beijinho e desculpa a intromissão no teu blog.

Malú Azzoni disse...

Lindo!
ponto.

Luana Liarkeis disse...

lindo seu texto!!
amei"" voutarei sempre""

http://osilenciodaspalavrass.blogspot.com/